segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O carnaval de blocos deveria acontecer somente no Aterro do Flamengo

                         


Defecar, vomitar e urinar em frente a portarias de prédios de pacatos cidadãos, pagadores de impostos, é a principal atividade dos meliantes foliões que alimentam a milionária indústria dos blocos de carnaval no Rio. Claro que não são todos, mas muitos mergulham na insana baixaria.

Ano passado foram mais de cinco milhões de pessoas, entre elas os impunes black blocs do samba responsáveis por estupros, depredações do patrimônio público, furto, roubo, porradaria.

Se o prefeito do Rio teve coragem para derrubar a Perimetral, com certeza não vai amarelar diante dessa sugestão (vou enviar o link deste blog para ele): por que o desfile dos blocos não é transferido para o Aterro do Flamengo, região farta em espaço para que os novos foliões, que bebem até cair, batem, matam ou morrem, façam o que gostam de fazer (merda) sem importunar os outros cidadãos? Óbvio, a partir do ano que vem porque neste 2014 já está tudo armado.

Dá pena de ver o Leblon, Ipanema, Copacabana, Santa Teresa, Lapa e arredores durante o carnaval. Como carioca que sou (nasci no Rio, mas com uma semana de idade fui para Niterói) fico indignado ao ver a molambada (maioria absoluta mora fora da cidade) destruindo tudo o que vê pela frente.

A população crônica e inexplicavelmente acuada e acovardada se tranca em casa. Momo, o rei, virou um ditador com direito a decretação de estado de sítio. Ele manda e as pessoas de bem, com crianças e o escambal, são obrigadas a se exilar em casa para não levar porrada na rua.

No Aterro do Flamengo, nada disso aconteceria. Os primatas momescos se exterminariam entre si. Imaginem fechar aquela vasta área do MAM ao Rio Sul e deixar nas mãos, pés, e barras de ferro dos foliões contemporâneos e seu vício incontrolável de destruição. No máximo, meia dúzia de coqueiros seriam arrancados, alguns nacos de grama, banheiros químicos virados, mas tudo numa área restrita. Uma espécie de “blocódromo”.

Desses cinco milhões e varadas de “foliões” com certeza mais de 70 por cento não tem qualquer vínculo afetivo com o Rio. Vem de outras cidades, da Baixada, São Gonçalo, Itaboraí, Niterói, e o negócio deles é beber, bater, apanhar e agarrar mulher à força. É esse o conceito de carnaval que eles aprenderam lá na casa do cacete onde foram paridos.

São primatas modernos sem possibilidade alguma de adquirirem educação, sociabilidade e outros conceitos que o Rio de Janeiro está assistindo, impassível e covarde, descerem ralo abaixo. Lamentável. A cidade maravilhosa, que já teve o melhor carnaval de rua do planeta nos anos 20,30,40,50,60, hoje mostra uma barbárie. Gente estapeando gente, curras e tudo o mais que EU TESTEMUNHEI DOIS ANOS ATRÁS quando cometi o desatino de ir até o Leblon.

Então, prefeito, que tal entubar esses “carnavalescos” no Aterro? É uma boa ideia. Na verdade é ideia de um leitor que me mandou um e-mail tempos atrás sugerindo essa maravilha. Dessa forma, o senhor atende aos foliões do caos e blinda a população de seus gestos boçais, praticados em nome da selvageria e da babaquice ampla, geral, irrestrita. Sabe por que, prefeito? Se nós e o senhor não defendermos o Rio, essa nuvem de gafanhotos arrasa com a cidade em questão de horas. Pense a respeito.