quarta-feira, 11 de março de 2015

Por ordem de Lula, o “general” João Pedro Stédile vai jogar seus paramilitares do MST contra os manifestantes domingo


                                          Neste vídeo, Lula convoca o exército de Stédile                                                                                                                    
    Filinto Muller, o nazista a serviço de Vargas
                     Gregório Fortunato, jagunço de Vargas
    Delegado Sergio Paranhos Fleury, o exterminador da ditadura militar
    O "general" de Lula, João Pedro Stédile, circula de carro oficial
O exército de Stédile
O dono do MST, João Pedro Stédile, já garantiu a Lula que está tudo pronto para atender a convocação pública do que o ex-presidente chamou de “seu exército” (assista ao vídeo aí em cima). Como todos sabemos, Lula convocou o “exército do Sédile” para combater os outros brasileiros que pretendem protestar, de forma pacífica, contra a incompetência, a corrupção, a falência do país nas ruas, no próximo domingo, dia 15.

Stédile, hoje um mega-burguês, é economista graduado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e pós-graduado pela Universidade Nacional Autônoma do México. É marxista por formação, defende abertamente a insubordinação legal e a luta armada.

Em um artigo sobre a deposição do presidente do Paraguai, Fernando Lugo, em 2012, ressaltou: "Se a sociedade paraguaia estivesse dividida e armada, certamente os defensores do presidente Lugo não aceitariam pacificamente o golpe".

Aqui no Brasil, João Pedro Stédile funciona como jagunço de luxo de Lula, Dilma e outros poderosos da elite que está no poder. Ele se presta a qualquer serviço, mesmo os mais sujos, para se manter alinhado com a cúpula. Por isso, Lula, frio, calculista, incapaz de deslizes, convocou o “exército de Stédile” no vídeo acima, sabendo que a mídia iria repercutir. E está repercutindo.

Os ditadores fardados que tomaram Brasília em 1964 procuravam usar a mão de obra suja de elementos como, por exemplo, o delegado Sergio Paranhos Fleury, torturador cruel, corrupto, que em troca de milhões de dólares exterminou a luta armada no Brasil também com o seu “exercito”, conhecido como “tigrada”. Os ditadores sabiam que podiam contar com as mãos porcas de Fleury, contra tudo e contra todos, a qualquer hora do dia e da noite. 
Pessoalmente, Fleury matou Carlos Marighella e, indiretamente, Carlos Lamarca. Ambos covardemente.

Getúlio Vargas, ditador que chegou a se alinhar informalmente com o fascismo e com nazismo nos anos 1930, contava com os “préstimos” de dois carrascos de fé: Filinto Strubing Müller, amigo pessoal do não menos hediondo Heinrich Himmler, comandante das SS alemãs na II Guerra e chefe da polícia política de Vargas. Centenas morreram em suas mãos, torturados, assassinados na rua ou deportados para fornos do nazismo como foi o abominável caso de Olga Benário Prestes, que Filinto Muller (a mando de Vargas) mandou para    Barnimstrasse, prisão de mulheres da Gestapo e depois para o campo de extermínio de Bernburg, onde morreu na câmara de gás com outras 120 prisioneiras.

Outro jagunço de Getúlio foi Gregório Fortunato, conhecido como “Anjo Negro”, foi o chefe da guarda pessoal de Getúlio e teria sido o mentor do assassinato do major da aeronáutica Rubens Vaz, em Copacabana, na noite de 5 de agosto de 1954. O atentado desencadeou uma crise política que culminou com o suicídio de Getúlio Vargas, com um tiro no coração, em 24 de agosto de 1954.

Em 1956, os acusados do crime da rua Tonelero foram levados a um primeiro julgamento: Gregório Fortunato foi condenado a 25 anos como mandante do crime, pena reduzida a 20 anos por JK e a 15 por Jango.

Em 23 de outubro de 1962, Fortunato foi assassinado na penitenciária Frei Caneca, no Rio de Janeiro, pelo também detento Feliciano Emiliano Damas, o que é apontado por muitos como queima de arquivo, já que o "Anjo Negro" escrevera um caderno de anotações, único objeto de sua propriedade que desapareceu na prisão após sua morte.

Ao convocar o “exército de Stédile”, Lula não só ameaça. Ele reconhece publicamente o poder paralelo do líder do MST. Stédile acha, de fato, que a sua milícia de milhares é mais forte do que as forças armadas brasileiras. Ele acredita que, reunindo os “atores sociais” (ele gosta de usar essa expressão) os militares desequipados, despreparados e desmotivados, caem “na primeira alvorada”.

Várias vezes perguntaram ao “general de Lula”, como é chamado por alguns, se ele já matou alguém. Nunca respondeu. Nem que sim, nem que não. Mas, em seguida, informa que “nós (ele e seu exército de milhares) estamos prontos para o que der e vier”.

Acatando a ordem de Lula (leia-se, também, Dilma e todo o alto comissariado do governo), domingo muitos provocadores de Stédile vão se infiltrar nas manifestações contra o governo. Vão bater, provocar, quem sabe incendiar ônibus, lojas, fachadas de bancos, a princípio para jogar a culpa nos manifestantes e depois, quem sabe, “matar ou matar”, uma máxima que Stédile costuma usar quando vai a Venezuela exportar anarquia.

Portanto, é preciso estar atento e forte neste domingo.