quinta-feira, 16 de julho de 2015

A impressionante magia da Legião Urbana

Impressionante o volume de acessos a essa oca digital quando o assunto é Legião Urbana. Ontem postei no Facebook esse banner feito pelo Luck Veloso, editor da Radio Cult FM (www.radiocultfm.com) e, de novo, choveu gente. Domingo em meu programa “Cafofo do LAM”, 11 da noite na Radio Cult, Dado Villa Lobos vai falar sobre o seu livro e Renato Russo sobre o sucesso da Legião.
Ia até escrever um e-mail sobre esse fenômeno para Jamari França (o programa dele é o Jam Sessions, também na Cult FM, domingo, 10 da noite), que com o também colega Arthur Dapieve é um dos maiores conhecedores de Rock do Brasil (no meu ranking pessoal) para saber que mística é essa que cerca a Legião e o Rock dos anos 80 de um maneira geral.
O que NÃO aconteceu nos anos 90 e 2000 é o que faz dos anos 80 esse gigante pela própria natureza? Estamos assistindo a uma nova virada (ufa!) do Rock Brasil, que está retornando a cena? Sim, porque diz a lógica que quando o presente não consegue superar o passado alguma coisa está fora os eixos. Tudo bem que eu ligo o rádio e urrrrrgh, não dá para ouvir, mas isso não é novidade alguma. Tanto que agora só ouço rádio na internet.
Continuo recebendo material de novas bandas e o que ouço, no acostamento do sucesso, me agrada. Aí a pergunta bate mais forte: por que um banner, um programa, um artigo sobre a Legião Urbana, anos e mais anos depois da banda ter acabado, bate recorde de audiência? O que é isso? Alguém explica?
P.S. – Fragmento do livro “Conversações com Renato Russo” de Julio Vasco.
Nome: Renato Manfredini Junior
Apelido: Junior
Data e local do nascimento: 23/03/60, Rio de Janeiro
Data de falecimento: 11/10/96
Mãe e Pai: Maria do Carmo e Renato
Irmãos: uma, Carmem Teresa Manfredini
Filho: Giuliano Manfredini
Signo: Áries
Formação: Jornalismo, em DF
Altura e Peso: 1,74m, 65 Kg
Algo no corpo o incomoda? "Minha saúde. Foram 15 anos de droga- adicção".
Parte do corpo de que mais gosta: "Cérebro. E também adoro as minhas mãos".
Cuidados com o corpo: "No momento, manter-me longe do alcoolismo já é um milagre".
A que horas dorme e acorda: "Vou dormir às sete da manhã e acordo meio-dia. De dia, não faço nada, porque o mundo está acontecendo".
Propriedades: "Só o meu apartamento".
Símbolo sexual: "O Leonardo, da seleção. Eu acho ele um gatinho".
Primeiro beijo: "Aos 9 anos, com a minha namorada nos EUA. Achei a coisa mais nojenta".
Primeira transa: "Foi num carro, aos 17"
Lugar mais esquisito onde fez amor: "Embaixo do telhado, no vão da caixa d'água"
Melhor lugar para fazer amor: "Um lugar onde a gente se sinta mais seguro".
Fantasia não realizada: "Ganhar o Oscar".
Homens são: "Bobos, que nem cachorro".
Mulheres são: "Misteriosas que nem gato".
O que te seduz? "Espírito, bondade, desejo".
O que te broxa? "Estupidez, pretensão".
Melhor cantada: "Do Scott, em Nova York, num bar gay. Vi aquele menino loirinho, cara de estivador, vindo na minha direção! Pedi um cigarro, ele disse: Não!. Saiu. Voltou com um maço novinho pra mim. Ficamos juntos dois anos".
Pior cantada: " 'Gosto de mulher mas também gosto de viado! '- Vá à merda!".
Última pessoa que levaria para cama: "Paulo Francis"
Maior maldade que já fez: "Não admitir que as pessoas se preocupavam comigo".
Maior mentira que já contou: "Só mentiras bobas. Aqui, eu não falei toda a verdade".
Arrependimento: "Não conhecer a programação dos doze passos na época do Scott".
Palavra preferida: "Essência".
Palavra que mais usa: "Eu".
Canção: "I Get Along Without You Very Well"
Compositor preferido: "Bob Dylan".
Livro: "Sonetos, Shakespeare".