domingo, 15 de novembro de 2015

Falsos moralistas tentam derrubar esta Coluna

Na madrugada de hoje tentaram derrubar esta Coluna do LAM. Derrubar mesmo, tirar do ar, ceifar tudo em nome de um falso moralismo hediondo. A internet é uma maquete da humanidade, logo também está cheia de maus caracteres especialmente no brejo podre da política partidária. Como sempre defendi (defendo e vou defender) a imprensa livre, tem muita gente enojada com isso.
A plataforma onde mora a Coluna do LAM informou que a tentativa de tirar do ar se deu entre uma e quatro da madrugada de hoje. De fato, pela manhã, tive dificuldade de acessar o Facebook e meu e-mail. Não reconheciam as senhas. Quando recebi o aviso já passavam de 13h30m, e graças ao uso de dois aplicativos de limpeza (um deles o radical Adwcleaner) recuperei as senhas.
Porcos que roubam, achacam, chantageiam, porcos que assaltam os cofres públicos na maior cara de pau e dizem que é tudo invencionice do que chamam de “mídia golpista”. Ah, é? Então também sou da mídia golpista, novo sinônimo de verdade absoluta inventado por essa bandidália que estupra o Brasil. Como? Eles ganham uma boa grana para ficar dia e noite vagabundeando pela internet, derrubando sites, blogs e afins que mexam com os interesses ($$$) deles.
Sobre o falso moralismo. O saudoso humorista Leon Eliachar escreveu que "o tarado é um homem normal pego em flagrante". Quem leu meus posts antigos lá no Facebook sabe que fui severamente policiado por um grupo de "politicamente corretos", frequentadores da COLUNA DO LAM, o que aliás não entendo. Para mim é extremamente preocupante perceber que integrantes dessa laia tem frequentado a Coluna.
Em mensagens enviadas pelo inbox do Facebook, essas pessoas disseram, por exemplo, que uma crônica que escrevi abordando minha puberdade/pré-adolescência no Campo de São Bento, em Niterói, é um poço de perversões, atentado a moral e aos bons costumes, papo de tarado fundamentalista e tudo mais.
A princípio achei que era algum tipo de brincadeira partida de amigos ou conhecidos, mas depois percebi que se tratava de uma reação de leitores anônimos, cujo I.P. (Internet Protocol, o endereço na internet), que aparece para quem usa o Blogger, eu nunca vi.
Como ando numa fase meio nublada, assassinando algumas penumbras emocionais que precisam ser assassinadas (fiquem tranquilos que não falarei mais disso) reli a crônica umas três vezes e constatei que o suposto mar de devassidão não passa de vivências e desventuras reais de um garoto vivendo a liberdade possível em seus 12, 13 anos de idade.
Um adorador de mulheres surfando a liberdade possível e clandestina porque a sociedade moralista, nos moldes Nelson Rodriguianos, sempre foi moralista mas jamais conseguiu esconder os seus orgasmos diante de situações nefastas como assassinatos de crianças, linchamentos de mendigos, tragédias em geral.
É essa sociedade moralista que dá altíssimos índices de audiência aos programas de TV e rádio do estilo mundo cão, e também jornais e outros tipos de mídia especializadas em sangue, suor e lágrimas. Ah, sim, é bom lembrar que as casas de sadomasoquismo e swing tem os “moralistas” como clientes preferenciais.
Detonei qualquer possibilidade de mudar os rumos do que escrevo aqui. Afinal, é um blog assinado, com endereço conhecido, frequentado por pessoas de todas as idades e escrito, modéstia à parte, por um jornalista com mais de 40 anos de estradas, trilhas e acostamentos que sabe, exatamente, endereço, telefone e e-mail da Dona Ética e seus parentes próximos.
Vou continuar exercendo a minha liberdade de escrever sobre temas mais ousados já que estamos assistindo ao verdadeiro escárnio contra a moral que é o julgamento dos réus do petrolão. Isso sim é perversão, é escarrar na cara de tudo o que existe de mais limpo, honesto, íntegro. Não vai ser a biografia de um garoto conhecendo o sexo que deve ser defenestrada pelos politicamente corretos, em geral ladrões, safados, pervertidos e, também maioria, pedófilos.

Aproveito para agradecer aos leitores que me incentivam, estimulam, levam o que escrevo aqui para o terreno do humor, da boa vida, para o jeito positivo de encarar a existência e não para as sombras dos "corretos" com aspas, que vivem no limbo sob o signo das taras mal resolvidas e da imoralidade suprema.