segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Negócios (ou roubadas) da China

Ontem, tarde da noite, vi um carro chinês praticamente zero quilômetro espatifado numa árvore. O motorista estava levemente ferido e era atendido por médicos dos Bombeiros. O que aconteceu? Sem mais nem menos a suspensão dianteira do veículo, um sedã, cedeu e logicamente o carro desembestou. Exemplo clássico da qualidade das coisas que a China está parindo, com a cumplicidade total do ocidente que abre lá suas fábricas aproveitando o humilhante custo da mão de obra.
A História conta que dos séculos 16 a 18 um navio ia da Índia para a China em um ano e meio (ida e volta). Como era uma viagem muito perigosa, se num grupo de três naus duas afundassem, ainda assim o negócio dava lucro. Mas, os portugueses da Índia descobriram que podiam fazer viagens muito mais curtas e com lucros muitíssimo maiores. Daí a expressão “Negócios da China”.
Atualmente afirmo com muita tranquilidade que qualquer negócio da China, ou com a China, é a maior roubada para qualquer pessoa ou país em qualquer ponto do planeta. A China pratica um regime escravocrata de trabalho, utilizando mão de obra e material totalmente desqualificados, tecnologia pirateada e retrógrada, enfim, é um esgoto a céu aberto de aberrações éticas.
O problema é que, sempre pensando em se dar bem, muitos brasileiros compram produtos chineses que, por serem extremamente vagabundos, custam muito menos. Eu mesmo já fui vítima dessa lambança. Fui comprar num site de São Paulo um relógio baratíssimo que só chegou mais de dois meses depois. Pior: no site não tem “fale conosco”, nem telefone, nem e-mail. Foi quando descobri, através de leitores no Facebook, que a tal empresa é chinesa.
Como vivemos sob um regime nas coxas desde o Sr. Luis Ignacio Lula da Silva, qualquer um entra no Brasil e faz o que bem entende. A China tomou conta e está ajudando a provocar a quebradeira de nosso parque industrial, já anêmico desgraças ao desgoverno petista. O governo nada faz porque, porque, porque… (preencha você mesmo). Essa é uma das caixas pretas dos regimes populistas.
Você compra produtos chineses? Não falo de artigos que são fabricados na China e nem sabemos disso, mas daqueles que trazem atrás, ou embaixo, o famigerado Made in China. Antro da escravidão, aquela terra de gente que padece consegue colocar aqui dentro produtos até 87% mais baratos porque sua mão de obra é treinada pela chibata, movida pela tortura e a tecnologia utilizada por 100% das empresas é deliberadamente pirata.
Claro que se eu soubesse que a tal empresa onde comprei meu relógio era chinesa não faria o negócio. Por que? Porque comprar da China é contribuir para o escárnio, para a lambança, para tudo o que existe de pior nas relações humanas.
Humana?