domingo, 27 de março de 2016

Aqui não se faz, mas aqui se paga, sim

Esquecem que a verdade está longe, muito longe de ser absoluta. Atribuição divina, o absolutismo é incorporado pela patética e patológica onipotência dos lunáticos sociais e sua logorreia torpe, vulgo brain damage

Lunáticos sociais não acreditam que aqui se faz, aqui se paga. Acham que é verborragia de adesivos de nona categoria. Mas o pior, o fatal, é o desprezo a máxima que sentencia: aqui não se faz, mas aqui se paga, sim.

Esquecem que o limite do egocentrismo é uma muralha de chumbo, conhecida na vala incomum como perda total. Essa malta, a dos lunáticos sociais, vulgo brain damage, cruza a existência jogando gente no esgoto, arrotando as tais verdades absolutas inexistentes, como se o E.T. de Varginha fosse a incorporação do Juízo Final.

Ignoram que o Juízo Final é quem anota, aponta, registra cada coração, cada grito, cada lágrima desprezada pelos lunáticos sociais, vulgo brain damage, à bordo de sua mixaria existencial que chuta a compaixão, cospe na condolência, ri da piedade.

É quando o Juízo Final age. A seu modo. E derrama de seu seio iniludível as chamas do justiçamento, grava a ferro e fogo que aqui não se faz, mas aqui se paga sim.

A verdade segue relativa, a vida segue relativa, o vento sopra relativo, mas o Juízo Final, impávido colosso, anota, anota, anota anota, anota, anota.....