terça-feira, 7 de junho de 2016

Overdose de Facebook. Melhor dar um tempo

Já escrevi aqui na Coluna que gosto muito do Facebook. De todas é a melhor rede social. Através dele encontrei amigos que estavam sumidos, parentes, histórias, enfim, não  tinha do que reclamar. Mas agora, tenho.

Ultimamente o Facebook virou chute no saco. Primeiro por causa do país dividido, pessoas divididas, e o mi-mi-mi insuportável das partes envolvidas. Sobre isso tenho meu ponto de vista, mas prefiro exercer meu direito constitucional de ficar na minha já que o fundamentalismo, o radicalismo e outros nefastos ismos são surdos. E burros. Tentar argumentar é injetar pérolas em porcos.

Além disso, arrivistas (detesto essa raça) começaram a frequentar a rede em busca de oportunismos em geral. O flagelo da ética pessoal, somado ao flagelo da ética corporativa, revela hienas babaovistas, capazes de qualquer atrocidade em troca de um afago do chefe. Desde Adão e Eva, os arrivistas (alpinista social, carreirista, oportunista, interesseiro, arranjista) só respeitam um limite: o da porrada física.

Mas esse é outro assunto, já equacionado, que cuidarei nas próximas horas com o maior afinco, competência e "descarinho". No mais, darei um tempo no Facebook até a ebulição de asneiras dar uma aliviada, já que cessar totalmente seria utopia. 

Das grossas.

Mas essa Coluna continua.