sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Livros da Semana - 18


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1965: O Ano Mais Revolucionário Da Música
Andrew Grant Jackson
416 páginas
Durante doze inesquecíveis meses em meados dos anos 1960, o mundo assistiu ao surgimento de sons provocadores e inéditos, que mudariam para sempre a cara da música pop. Em “1965: o ano mais revolucionário da música”, o historiador e músico Andrew Grant Jackson narra as aventuras, descobertas e loucuras de um ano que ficou na história por sua explosão de criatividade, alimentada por rivalidades entre músicos, radicais mudanças sociais em todo o mundo e avanços tecnológicos.

Beatles, Rolling Stones, The Who, Bob Dylan, Barry Maguire e Simon & Garfunkel são apenas alguns dos personagens que compõem esse livro. Jackson narra episódios fascinantes e muitas vezes surpreendentes. E, em paralelo ao cenário musical, revela a efervescência cultural que moveu mudanças tão importantes quanto as provocadas pelo Movimento dos Direitos Civis, o feminismo, a minissaia, a pílula, os psicodélicos e o Vietnã.

1965 é um relato de um ano definitivo para a cultura mundial, que produziu alguns dos maiores artistas, álbuns e músicas de todos os tempos. “Esse momento encantado de meados da década de 1960 finalmente foi investigado com o cuidado que merece em 1965: o ano mais revolucionário da música, de Andrew Grant Jackson. Este livro sustenta com habilidade a afirmação que traz no título.

Escrito para amantes da música que viveram aquele período, e para aqueles que gostariam de ter vivido, trata-se de uma história cultural bem-pesquisada que não deixa nenhuma pergunta sem resposta.” -- Huffington Post “Muitos dos melhores insights vêm de escritores que nos mostram o que é familiar através de um novo olhar. É isso que Jackson faz ao nos levar de volta a um ano em que muitos de nós éramos jovens, pobres e não tão felizes quanto pensávamos – mas em que havia sempre uma música incrível tocando no rádio.” –

Washington Post Sobre o autor: Andrew Grant Jackson é o autor de Still the Greatest: The Essential Songs of the Beatles' Solo Careers e de Where's Ringo? Ele escreveu para a revista Rolling Stone, Yahoo!, Blogging the Beatles, da Slate, Baseline Studio System e para as revistas de música Burn Lounge, Mean Street e Dispatch, e coeditou a revista mensal Ingenue. Dirigiu e coescreveu o filme The Discontents, estrelado por Perry King e Amy Madigan, e atuou em uma produção de Jeff Bridges. Ele vive em Los Angeles.
101 Canções que Tocaram o Brasil

224 páginas

Seguindo a linha dos livros da Coleção 101, Nelson Motta contará a história de 101 canções que, na sua concepção, foram o que de melhor produziu a Música Popular Brasileira.

Nelson conta a história íntima e surpreendente das maiores obras-primas da MPB. Entre as músicas escolhidas estão obras de Noel Rosa, Pixinguinha, Cartola, Ary Barroso, Dorival Caymmi, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Johnny Alf, Roberto Carlos, Paulinho da Viola... E tem Rita Lee, Legião Urbana, Raul Seixas, e tantas outras.
Pra que é que serve uma Canção como essa?
Adriana Calcanhoto
192 páginas
Para além da canção, há a palavra, a escrita de Adriana Calcanhotto. Letras que se descolam de suas músicas, desdobrando o jogo poético de ritmo, imagens e sentidos. Com mais de 10 discos lançados, além de uma obra dedicada às crianças, sob o heterônimo de Partimpim, as letras de Adriana começaram a ser compostas a partir do fim dos anos 1980 e já atravessam mais de 25 anos em um processo de afirmação de uma linguagem – e de grande reconhecimento de crítica e público. 

Neste livro está parte substancial dessa produção: 91 letras selecionadas pelo poeta Eucanaã Ferraz, que reuniu desde sucessos como “Esquadros” e “Mentiras” até composições inéditas, sublinhando o traço substantivo, essencial, da autora. Como atesta Eucanaã, que organizou a obra em ambientes temáticos por onde transitam suas composições, há em meio à aparente pluralidade de Adriana uma escrita própria: “Nas páginas desse livro, reconhecemos imediatamente que estamos diante de textos, ou ainda, de uma escrita. E, sem dúvida, de um estilo.” 

Em um campo de diálogo que a compositora tece com seus interlocutores, parceiros e referências – nas artes plásticas, na poesia e na própria música –, as letras de Adriana conciliam o minimalismo e a vertente tropicalista, a vanguarda e o popular, fazendo com que a experimentação frequente o mainstream de modo inédito. É nessa linha de fronteira sobre a qual caminha Adriana Calcanhotto, por vocação e gosto, que seguimos convocados por mais uma de suas irresistíveis provocações: Pra que é que serve uma canção como essa?

O que faço é Musica, O - Como Artistas Visuais Começaram A Gravar Discos No Brasil

Vivian Caccuri
Em O que faço é música, Vivian Caccuri faz um mapeamento das experiências fonográficas produzidas no Brasil a partir dos anos 1970 até hoje. A autora pesquisa como artistas visuais como Cildo Meireles, Waltercio Caldas e Chelpa Ferro exploraram a relação entre forma e função, formato e o conteúdo de culto à imagem e idolatria de mitos suportado pelo vinil e pelo CD.

Traça a maneira como esses artistas se reapropriam do processo de gravação fonográfica, distorcendo propositalmente alguns dos procedimentos padrões da produção fonográfica, revelando seus limites e estratégias mercadológicas. E revelam como a gravação fonográfica configura um aprisionamento do poder transformador da música, suavizado pelas gravadoras através de um sistema de construção de mitos e idolatria.
O canto do violino e outros ensaios
Otto Maria Carpeaux
176 páginas

Este volume é uma coletânea de 26 ensaios inéditos de Otto Maria Carpeaux, até então dispersos em jornais brasileiros, reunidos pela primeira vez. Os textos foram escritos entre 1948 e 1958, e publicados no Correio da Manhã, no Diário Carioca, no Diário do Paraná, no Diário de Pernambuco e no Jornal de Notícias.
Nestes ensaios, Carpeaux trata de diversos aspectos da música erudita, além de desenvolver, de maneira brilhante, formas musicais para resolver questões literárias, e vice-versa.