sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Livros da Semana

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Guia Politicamente Incorreto dos Presidentes da República

Paulo Schmidt

496 páginas

Você sabe quem foram os presidentes que influenciaram de forma decisiva o destino da nação e fizeram esse Brasil em que a gente vive hoje?

O autor define este livro como uma viagem sem volta em direção às paixões e a história dos nossos presidentes que, salvo raras exceções, foram um desastre como administradores, homens públicos e até como seres humanos.

O livro desafia de bem humorada mitos e verdades pré concebidas. Uma narrativa envolvente sobre personagens reais, mesmo que eles às vezes pareçam saídos de histórias de terror. Ideal para o momento político atual. 
         

A Lei: por que a esquerda não funciona?

As bases do pensamento liberal

Frédéric Bastiat
144 páginas

Este livro traz uma reflexão prática sobre ideias de filósofos e outros pensadores sobre política e vida em sociedade, entre eles John Locke e Adam Smith, e trata de temas como liberdade, direitos à propriedade, espoliação, igualdade, livre iniciativa, impostos, democracia, sufrágio universal, autoritarismo e tantos outros que, passados quase dois séculos, ainda provocam debates acalorados.

Nesta edição estão incluídos comentários e análises que relacionam o tema à legislação e à história política do Brasil contemporâneo.                                                     


Pare de acreditar no Governo


Bruno Garschagen

322 páginas

Por qual razão nós brasileiros, apesar de não confiarmos nos políticos, a quem dedicamos insultos dos mais criativos e variados, pedimos que o governo intervenha sempre que surgem problemas? Por que vamos para as ruas protestar contra os políticos e ao mesmo tempo pedir mais Estado - como se este não fosse gerido pelos... políticos? Por que odiamos os políticos e amamos o Estado? Por que chegamos à condição de depender do Estado para quase tudo?

Bruno Garschagen busca entender como se formou historicamente no Brasil a ideia de que cabe ao governo resolver todos ou a maioria dos problemas sociais, políticos e econômicos. De Dom João VI a Dilma Rousseff, um compromisso inabalável uniu todos os governantes, inclusive aqueles chamados (erradamente, segundo o autor) de liberais ou neoliberais: a preservação do Estado monumental e mesmo o seu crescimento. Por quê?

Para responder a esse conjunto de questões, o autor vasculha a história política do Brasil desde que os portugueses aqui chegaram até os dias de hoje. O texto leve, bem-humorado e informativo, recorre também às explicações de pensadores brasileiros e portugueses, e tece uma conversa entre os intelectuais que refletiram sobre a cultura política do Brasil para narrar a história de um país cuja formação cultural se confunde com a onipresença da burocracia nacional.
                                                      



Ponerologia - Psicopatas no Poder

Andrew N. Lobaczewski
298 páginas
Não é preciso nenhum estudo especial para saber que, invariavelmente, o discurso comunista, pró-comunista ou esquerdista é cem por cento baseado na exploração da compaixão e da culpa. Isso é da experiência comum. Mas o que o dr. Lobaczewski e seus colaboradores descobriram foi muito além desse ponto.

Eles descobriram, em primeiro lugar, que só uma classe de psicopatas tem a agressividade mental suficiente para se impor a toda uma sociedade por esse meio. Segundo - descobriram que, quando os psicopatas dominam, a insensitividade moral se espalha por toda a sociedade, roendo o tecido das relações humanas e fazendo da vida um inferno. Terceiro - descobriram que isso acontece não porque a psicopatia seja contagiosa, mas porque aquelas mentes menos ativas que, meio às tontas, vão se adaptando às novas regras e valores, se tornam presas de uma sintomatologia claramente histérica, ou histeriforme.

O histérico não diz o que sente, mas passa a sentir aquilo que disse - e, na medida em que aquilo que disse é a cópia de fórmulas prontas espalhadas na atmosfera como gases onipresentes, qualquer empenho de chamá-lo de volta às suas percepções reais abala de tal modo a sua segurança psicológica
emprestada, que acaba sendo recebido como uma ameaça, uma agressão, um insulto'. - Olavo de Carvalho
     

Eric Clapton: a autobiografia


Eric Clapton

400 páginas

Eric Clapton revela como foi ao inferno e voltou nesta arrebatadora autobiografia. Apontado como um dos maiores guitarristas de rock e blues de sua era, Clapton faz um retrospectiva surpreendentemente honesta de uma trajetória repleta de altos e baixos.

O guitarrista conta como o álcool e as drogas quase o mataram e revela como superou o vício. Abre o jogo sobre os relacionamentos problemáticos com as mulheres e sua paixão obsessiva por Pattie, mulher de seu melhor amigo, o beatle George Harrison. Clapton aborda inclusive episódios pessoais como seu difícil relacionamento com a mãe, o fato de crescer sem conhecer o pai e a morte acidental de seu filho de quatro anos.

O músico fala também sobre sua trajetória musical, o amor pelo blues, suas guitarras preferidas, as bandas em que tocou, como Yardbirds e Cream, a carreira solo, o relacionamento com Jimi Hendrix, os Beatles e os detalhes de como compôs suas canções mais importantes.